Antes de requerer qualquer benefício, o planejamento previdenciário confere o CNIS, corrige inconsistências e projeta o cenário mais vantajoso. É a etapa que evita indeferimentos e valores menores que o devido.
O que é analisado
Conferência completa do histórico contributivo, com identificação de vínculos, indicadores e períodos que podem ser recuperados ou reforçados.
Extrato CNIS e vínculos concomitantes
Indicadores de pendência (PREC, PEMP, PVBI e outros)
Períodos rurais, especiais e de contribuinte individual
Vínculos com o serviço público e tempos averbáveis
Simulação de cenários
Cálculo comparativo entre todas as regras aplicáveis para identificar a data e o valor de benefício mais vantajosos.
Regra permanente por idade e pontos
Regras de transição (pedágio 50% e 100%)
Direito adquirido antes da EC 103/2019
Impacto de continuar contribuindo x pedir agora
Planejamento e estratégia de recolhimento
Não é sobre pagar INSS: é sobre contribuir de forma otimizada, buscando o melhor custo x benefício ao longo do tempo.
Cálculo de valores de recolhimento e renda
Simulação de investimento x retorno
Estudo da melhor forma de contribuição
Busca pela melhor renda possível
Plano de ação
Relatório com recomendações práticas: quando pedir, o que corrigir no CNIS, quais provas produzir e como proteger o valor do benefício.
Melhor data de aposentadoria
Documentos e provas a reunir
Correções administrativas prévias
Estratégia processual, quando necessária
Dúvidas frequentes
Perguntas comuns sobre planejamento previdenciário
Preciso já estar próximo de me aposentar para fazer o planejamento?
Não. Quanto mais cedo, maior a margem para corrigir períodos, escolher a melhor regra e ajustar contribuições.
O planejamento serve para servidor público?
Sim. É possível analisar regime próprio (RPPS), tempos averbados de RGPS e regras de transição específicas.
Cada história tem detalhes que só uma análise dedicada revela. Envie seu caso e receba uma orientação estratégica sobre a melhor conduta administrativa ou judicial.